Bócio Multinodular Tóxico - Dr. Walter Minicucci

Olá, Visitante (editar dados) - Login   Senha   (perdi a senha!)

Walter Minicucci - Clínica de Endocrinologia e Diabetes

Tireóide

Bócio Multinodular Tóxico

Bócio é um termo genérico usado para descrever o aumento no volume da glândula tireóide. Quando esse aumento se deve a nódulos que cresceram independentemente de estímulos da hipófise (hormônio TSH) e produz os hormônios T3 e T4 em excesso, estamos nos deparando com o Bócio Multinodular Tóxico.

Para saber mais sobre a tireóide e seus hormônios clique aqui

A glândula tireóide é estimulada a produzir seus hormônios pela hipófise, uma glândula situada na base do crânio, conforme mostra a figura abaixo. A hipófise e o hipotálamo são responsáveis pela regulação da produtividade da tireóide, evitando que ela produza hormônios demais ou de menos. No bócio multinodular tóxico a tireóide se torna independente desses dois reguladores e ocorre proliferação de folículos da glândula formando nódulos que podem ser visíveis externamente.

 


 

Os sintomas são os mesmos de um hipertireoidismos por Doença de Graves

  • Aumento do tamanho do pescoço (tireóide)
  • Fome excessiva
  • Aumento do ritmo intestinal
  • Nervosismo, insônia, labilidade emocional.
  • Tremores
  • Intolerância ao calor
  • Palpitações
  • Emagrecimento
  • Olhar vivo e brilhante
  • Pele quente e úmida
  • Unhas quebradiças, cabelo seco, quebradiço e encaracolado.

 

O diagnóstico é feito através das dosagens hormonais de T3 e T4 que se encontrarão elevados e do TSH que estará diminuído. A cintilografia pode mostrar os nódulos hiperfuncionantes da tireóide. O ultrassom também pode ser útil para a investigação.

Quando o bócio se torna muito grande causando problemas estéticos, compressão do esôfago ou traquéia dificultando ingestão de alimentos e respiração respectivamente o tratamento de escolha é a cirurgia com retirada da glândula aumentada. Em outros casos pode-se escolher o tratamento com medicações que controlam a função da tireóide como o metimazol e o propiltiouracil para posterior utilização do iodo radioativo.

A tireóide utiliza o iodo para a fabricação de seus hormônios. Ao se administrar iodo radiativo os nódulos hiperfuncionantes captam esse material e acabam se autodestruindo. A radiação emitida pelo iodo tem uma intensidade tão pequena que só consegue destruir a tireóide. Diversos estudos publicados por comunidades cientificas japonesas e americanas mostraram que o uso do iodo radioativo não aumenta o risco de câncer ou qualquer outra doença.

Atualizado em 29/04/2009

Tópicos Relacionados

Tireóide tiróide bócio bócio multinodular tóxico hipertireoidismo aumento do pescoço

Opiniões dos Leitores

Escreva a sua opinião!
(Leia nossos termos de uso)


Digite, no campo ao lado, os caracteres que aparecem acima.

Topo Volta  © 2009 Dr. Walter Minicucci - Av. José Bonifácio, 1901 - Jardim das Paineiras - Campinas - SP, 13092-305, Brasil