Aumento de peso contribui para a incontinência urinária que afeta 50% das mulheres acima dos 40 anos
O CGMS, o primeiro aprovado nos Estados Unidos, permite que se façam várias medidas em interstício. Os valores são agrupados e a cada 5 minutos registram um total.
O sensor dura até três dias e capta os resultados, fazendo um download para produzir observações do registro. Em alguns casos são usados por sete dias.
O equipamento tem um pequeno eletrodo, ligado a um router, que faz um donwload para um outro equipamento. Tem um visor cego. Ao ser colocado e precisa de um pré-aquecimento de uma hora, depois disso faz-se um valor de glicemia que é incluído.
São cerca de 280 medições por dia. Segundo o Dr. Minicucci, tanto o paciente como o familiar. É importante que o paciente faça um diário com a alimentação e contagem de carboidratos para que o médico avalie o motivo das oscilações da glicemia.
De acordo com a apresentação do Dr. Minicucci, o uso do CGMS serve para:
- melhorar o controle glicêmico
- detectar e reduzir o risco de eventos hipoglicêmicos
- melhorar os esquemas de insulinização intensiva.
Com o acompanhamento dos gráficos é possível detectar exatamente os picos e avaliar o que é preciso fazer para melhor o controle do paciente.
Em um sumário, observam-se as médias, desvios padrões e, inclusive, quanto tempo o paciente ficou dentro do limite ou acima do limite.
Atualizado em 11/07/2007
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