Glicemia média estimada é o novo método para medir controle glicêmico

A hemoglobina glicosilada (o correto seria Hemoglobina glicada) ou A1c reflete o controle glicêmico, nos últimos 3 meses e tem sido o padrão universal de referência no controle do diabetes, sendo que, segundo a maior parte dos consensos mundiais, o valor de 7% é o que define o bom controle e avalia o risco do desenvolvimento das complicações microvasculares do diabetes a longo prazo.

Apesar de este exame estar sendo realizado há mais de 20 anos, até agora a maior parte das pessoas com diabetes, tanto no Brasil como no exterior, tem dificuldades para entender o que exatamente seu resultado quer significa.

Recentemente foi realizado um estudo chamado ADAG, que seguindo mais de 500 pacientes com diabetes (em 10 centros médicos no mundo) e "avaliando" as medidas de glicemias obtidas através de ponta de dedo ( 7 vezes por dia) e também outras obtidas com o uso de sensores subcutâneo de glicose (em torno de 280 medidas de glicose/por paciente/ao dia), comparou-as as medidas da Hemoglobina glicosilada, dosadas à cada três meses.

A Glicemia Media Estimada (GEM) também pode ser calculada usando a equação abaixo onde GEM= 28,7 vezes o valor da Hemoglobina Glicosilada - 46,7.

A dosagem de Hemoglobina Glicosilada passa então a refletir a média dos valores de glicemia estimada ou GEM durante os últimos três a quatro meses e ela (A1c) deverá continuar a ser medida à cada 3 a 4 meses.

Veja também no site da Sociedade Brasileira de Diabetes: http://www.diabetes.org.br/Colunistas/Debates/index.php?id=1644

Esse estudo permitiu que se soubesse a que valores de média glicêmicas correspondiam os valores de Hemoglobina Glicosilada obtidas.

A tabela abaixo mostra estas correspondências por ela vemos, por exemplo, que para um valor de A1c de 7 % corresponde uma Glicemia Media Estimada (GEM) de 154 mg/dl, portanto esta pessoa com diabetes, teve na média, durante os últimos três meses, um média de glicemia de 154 mg/dl, mesmo que as suas glicemias de jejum estiveram na maior parte das vezes, por exemplo, entre 90 a 140 mg/dl.

 

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Insulina Humana

A insulina humana (NPH e Regular) utilizada no tratamento de diabetes atualmente é desenvolvida em laboratório, a partir da tecnologia de DNA recombinante. A insulina chamada de ‘regular’ é idêntica à humana na sua estrutura. Já a NPH é associada a duas substâncias (protamina e o zinco) que promovem um efeito mais prolongado.

Análogo de Insulina

Um análogo de insulina é uma forma alterada de insulina, diferente de qualquer que ocorrem na natureza, mas ainda está disponível para o corpo humano para executar a mesma acção de insulina humana em termos de controle glicêmico.

Canetas Descartáveis

As canetas descartáveis, já vem carregadas com insulina e ao terminar seu uso são dispensadas e pega-se uma nova caneta, dispensa portanto a troca de refis, tornando o uso ainda mais simples.

Canetas Reutilizáveis

As canetas podem ser reutilizáveis, e que se compra o refil de 3 mL de insulina para se carregar na caneta. Neste caso é importante observar que as canetas são específicas para cada fabricante de refil.