Aumento de peso contribui para a incontinência urinária que afeta 50% das mulheres acima dos 40 anos
A Síndrome Metabólica, também conhecida como Síndrome X, se tornou uma das grandes vilãs do mundo moderno. Vem vitimando milhares de pessoas em todo o mundo. Atualmente estima-se que a prevalência da Síndrome Metabólica seja de 24% da população adulta e entre 50 a 60% na população acima de 50 anos, nos Estados Unidos.
Essa síndrome nada mais do é do que um conjunto de doenças e fatores de risco que aumentam incrivelmente as chances de uma pessoa sofrer de algum evento cardiovascular como infarto e AVC (derrame). Acredita-se que o fator principal do aparecimento dessa síndrome é a resistência à insulina. Dessa forma, todos os diabéticos e intolerantes a glicose (glicemia de jejum entre 100 e 126), devem tomar todas as medidas necessárias para não desenvolverem os demais critérios da síndrome.
Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) esses critérios são:
Presença de intolerância a glicose e diabetes mellitus mais dois ou mais outros componentes listados a seguir:
1 - Obesidade central - é a gordura acumulada na região da barriga. Sabe-se que esse tipo de obesidade tem papel direto na patogênese dessa síndrome, pois está profundamente associada à resistência à insulina. A relação cintura-quadril maior que 0,90 para homens e 0,85 para mulheres é um medidor fiel da obesidade abdominal.
2- Hipertensão Arterial - pressão arterial sistólica maior o igual 140mmHG e/ou pressão arterial diatólica maior ou igual 90mmHg (Pressão maior que 14x9)
3- Triglicérides elevados - acima de 150 mg/dl;
4- HDL colesterol baixo - menor que 40mg/dl em homens e menor que 50 mg/dl em mulheres
5- Microalbuminúria - excreção de 15µg/min ou relação albumina/creatinina na urina 30mg/g
Veja a melhor maneira de acabar com a obesidade central!
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Atualizado em 12/03/2009
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