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Obesidade herdada dos pais

A observação de períodos de grande escassez de alimentos ao longo do século XX e também o estudo com ratos mostrou que a privação de alimentos pela gestante pode fazer com que a futura criança desenvolva mecanismos que a protejam da fome, isto é, cria condições em que conseguem ajustar seu metabolismo para acumular grandes quantidades calóricas.

Essa adaptação poderia vir do embrião recebendo poucos nutrientes pela placenta, ou pelo óvulo ainda não fertilizado que desencadearia uma série de mutações – alterações em seus genes – que adaptariam seu metabolismo a períodos de estiagem. Outros estudos indicam que o mesmo processo pode ocorrer com os espermatozóides de pais sujeitos a consumo nutricional limitado.

As pesquisas feitas por Oliver Rando e seu equipe na Universidade do Massachusetts mostraram que a resposta a essa situação nutricional pode estar em um importante órgão de metabolismo – o fígado. Um grupo de ratos masculinos recebeu uma alimentação diet com baixa quantidade de proteínas, enquanto outro grupo recebeu uma ingesta normal. Os dois grupos foram postos para se reproduzir com fêmeas e o fígado dos ratos gerados desse cruzamento foi estudado. A conclusão foi de que impressionantes 445 genes estavam diferentes, parecendo ser a alimentação dos pais a grande responsável por essa diferença. Os descendentes dos pais que tiveram uma ingesta diet tinham mais genes de reserva, ou seja, tinham mais capacidade para produzir colesterol e gordura do que os pais que tiveram um consumo normal.

Os mecanismos continuam em estudo, mas fica claro que os pais podem passar suas condições de vida pela transmissão de genes. E o metabolismo de menor ou maior acúmulo pode depender da maneira que o pai e a mãe se alimentaram antes de gerar seus filhos. Além disso, fica claro que o organismo humano é bem protegido contra a baixa oferta de alimentos. Apesar desses estudos, devemos sempre lembrar que o hábito de alimentação da família é a peça-chave para determinar se a criança será ou não um adulto obeso.

Por Antonio Carlos G. Barros Jr com supervisão de Dr. Walter Minicucci

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Insulina Humana

A insulina humana (NPH e Regular) utilizada no tratamento de diabetes atualmente é desenvolvida em laboratório, a partir da tecnologia de DNA recombinante. A insulina chamada de ‘regular’ é idêntica à humana na sua estrutura. Já a NPH é associada a duas substâncias (protamina e o zinco) que promovem um efeito mais prolongado.

Análogo de Insulina

Um análogo de insulina é uma forma alterada de insulina, diferente de qualquer que ocorrem na natureza, mas ainda está disponível para o corpo humano para executar a mesma acção de insulina humana em termos de controle glicêmico.

Canetas Descartáveis

As canetas descartáveis, já vem carregadas com insulina e ao terminar seu uso são dispensadas e pega-se uma nova caneta, dispensa portanto a troca de refis, tornando o uso ainda mais simples.

Canetas Reutilizáveis

As canetas podem ser reutilizáveis, e que se compra o refil de 3 mL de insulina para se carregar na caneta. Neste caso é importante observar que as canetas são específicas para cada fabricante de refil.