Para usuários da Bomba Paradigm

Devido ao alto custo de aquisição da bomba, hoje no Brasil também trabalha-se com a versão re-fabricada, que custa a metade do preço. “Segundo o fabricante, estas bombas têm o mesmo grau de eficiência que as que saem da fábrica pela primeira vez, e receberam o aval da FDA e do Ministério da Saúde”, afirma Minicucci.

Quanto à garantia, vale ressaltar que o tempo é o mesmo das novas: 2 anos. A cada três dias, o usuário da bomba necessita trocar os descartáveis de seu aparelho. Essa manutenção custa, em média, R$ 500,00 mensais. Segundo o Dr. Minicucci, a falta de informações e de acesso são os principais obstáculos à divulgação do método da bomba.Outra opção é o portador de diabetes buscar pelos seus direitos junto ao Ministério Público.

“A Sociedade Brasileira de Diabetes está preparando algumas sugestões de normas para serem enviadas ao Ministério da Saúde e Secretarias de Saúde Estaduais, para priorizar a doação da bomba para aquelas pessoas que, de fato, tenham necessidade absoluta de seu uso”, explica Minicucci. Em média, um equipamento custa cerca de R$ 12.000,00. Para que isso seja financiado pelo governo é preciso que exista uma justificativa real, dada pelo médico, sobre a necessidade daquele pacient

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